Local destinado para postagem de contos, relatos, experiências, filmes, fotos de casais, fotos de machos que curtem menage, e-mail, telefones, recados e tudo mais que seja relacionado com o tema menage masculina.
Escrevam para mim que postarei no blog
cornoalha01@gmail.com

No Cornoalha somente postamos materiais enviados por visitantes através de e-mail, isso quer dizer com total consentimento e responsabilidade de quem envia, não postamos materiais pegos pela internet

Total de visualizações de página

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Carol e o Namorado





























A Carol enviou as fotos dela e do seu namorado e comentou: somos um casal exibicionista e curtimos trocar fotos com outros casais. Por enquanto é só. Mais prá frente quem sabe?
Se você, casal, curte trocar fotos ou se você tem esperança nesse “quem sabe" da Carol, escrevam, pois eles esperam os comentários e fotos de vocês.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Fotos da esposa que o José enviou





Nosso amigo José enviou as fotos de sua esposa e está louco para se tornar corno, se você gostou e se interessou e estiver a fim de realizar esse sonho do José escreva pra ele.
Fotos enviadas por:
Abaixo o conto que ele enviou.

Louco para ser Corno

Recebi o convite via email para participar desse blog, confesso que fique com tesão só de ler o que tem escrito nele, pois bem vou dar minha contribuição. Apesar de ainda não ser totalmente corno, acho que levo jeito pra coisa, venho de dois casamentos fracassados, e minhas ex esposas não queriam nem tocar no assunto, ai conheci minha atual esposa, eu sempre tive revistas pornôs, filmes em cassetes, e tudo que falava em sexo me chamava atenção, e minha esposa nunca deu bola, até lia e olhava comigo as revistas e os vídeos. De uns tempos para cá olhando dvds pornôs deitados em nossa cama, começamos a fantasiar outra pessoa junto a nós, e nossa relação começou a mudar para melhor, até que uma noite saímos para tomar umas cervejas, e acabamos entrando em um bailinho, onde praticamente só tinha lésbicas e uns viadinhos, uma das lésbicas que ali estava veio puxar conversa com nós, e como já estávamos a mais de uma hora lá dentro, convidei minha esposa para sairmos, no que ela concordou, demos  tchau para a menina que estava conversando com a gente, e ela perguntou se nós dávamos uma carona para ela, minha esposa me olhou e eu disse que sim , sem problemas, quando saímos ela abraçou minha esposa, que devido o teor alcoólico no sangue, achou normal, já no carro ela não parava de fazer carinhos na minha esposa, eu perguntei onde ela queria ficar e ela falou, quero ir para o motel com vocês, eu e minha esposa não esperávamos por isso, mas fomos , já que seria a primeira vez que sairíamos com alguém, não foi nada bom, não foi o que esperávamos, ela era muito metida a saber tudo. Depois de conversar bastante com minha mulher, começamos a tirar fotos nuas dela, e eu já tinha deixado um recado num site de relacionamento, isso tudo com a aprovação dela é claro, abro meu email e vejo um recado de um rapaz de 35 anos, corpo normal boa gente, mostrei pra minha amada, ela me autorizou mandar uma foto para ele, desde que ele mandasse uma dele, ele ficou louco com a foto que mandei, e começou a deixar recados e mandar fotos, primeiro do pau bem duro e com um dizer, quero por tudo na tua bucetinha com teu marido olhando, naquela noite fodemos que nem loucos, depois as fotos do corpo e do rosto, minha putinha olhou nos meus olhos e disse, tu quer me ver dar para outro, eu escolhi ele, tem de ser ele, comecei a ter mais contato com ele, e como as vezes trabalho a noite, marquei com ele uma noite e passei meu msn para ele, quando cheguei em casa as 23h45, ela estava sem calcinha [fiozinho dental é o que eu compro para ela] e com a bucetinha toda melada, me contou que deveria ter gozado umas seis vezes , só de falar com ele, não preciso dizer que chupei a bucetinha dela até as duas da manha.  A pouco tempo ele avisou que vinha até uma cidade perto da nossa, ficamos cheio de tesão, loquei um carro, o meu estava na oficina, mas na ultima hora a esposa dele disse que vinha junto, fiquei só na vontade de ver minha putinha levar vara na bucetinha, desde então em nossas transas, ela fala como se já tivesse ficado com ele, eu a chamo de putinha safada, e ela me chama de corno safado, fico cheio de tesão quando ela me chama de corno, fodemos feito loucos com ela falando que vai chupar o pau dele, depois quer que eu abra a bucetinha para ele enfiar o pau, quer que eu olhe bem de pertinho, batendo uma punhetinha, é muito tesão, agora sei que é isso que quero, sei que nossa vida conjugal vai ficar melhor ainda, pois juramos fazer tudo que tivermos vontade juntos, ou seja depois que ela trepar com ele nós vamos experimentar um casal ou uma outra mulher, olhem as fotos que eu mandei, podem deixar comentários no meu email, por enquanto não sou corno , mas estou quase lá.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Rita que adora os amigos do marido













Esta é a Rita que enviou as fotos e contou que adora meter chifres no maridão, curte sair com amigos deles e conhecidos do clube que frequentam. Se você gostou da Rita escreva para ela dizendo o que achou, quem sabe ela curta a tua cantada e meta mais chifres no maridão que é  corninho sem saber.

sábado, 17 de setembro de 2011

Minha Bebel

Minha Bebel

Olá meu nome é Samuel. Este é o primeiro conto que escrevo, como vocês poderão observar não tenho nenhuma prática referente ao tema que escrevo, e até a presente data, apesar da vontade, não avancei o sinal alguém deste que conto.

Sou mulato, cabeça raspada, me acho bonito, 1,82m, 87kg, corpo todo definido de cinco anos de academia, tenho 29 anos, todo liso – sem pelos raspo tudo, pau de 19x8 super grosso e pretão, bundão grande – durinho e bem empinado.

Conheci minha noiva, há três anos, na própria academia que faço. Hoje por motivo do trampo dela, freqüenta outra. Vou chamá-la de Bebel, porque esse nome tem tudo a ver com ela. A morena chegou à academia e todos os machos ficaram completamente ouriçados pela gata, mas ela não dava mole pra nenhum macho. Eu ficava, de longe, só imaginando aquela gatinha pelada numa cama e dando pra mim. Bebel é morena, cabelos compridos, tem 25 anos, 1,72kg, 69kg, de pura beleza e de músculos perfeitos. Fiquei quase dois meses só filmando a gata e andando atrás dela. Até que num belo dia a gata me deu mole e eu cheguei com tudo e desse dia em diante passamos a namorar.

Tenho um amigo brother do peito mesmo, diferente de mim, é brancão, mais alto e bem mais forte que eu, vou chamá-lo de Rubão. Fazemos academia juntos, até moramos perto. Rubão também ficou de olho na gata, mas quando passamos a namorar ele ficou na dele.

No começo Bebel era totalmente arisca, não me dava mole, tentava pegar a gata, mas ela não deixava. Fiquei até com medo de que a gata fosse aquele tipo de mulherão frigida. Já tinha se passado uns seis meses e nada, até que numa noite, levei a gata pra jantar e quis saber o que acontecia, perguntei se ela não curtia sexo, se era virgem e quis saber qual era o problema dela.

Para meu espanto, Bebel disse que já há bastante tempo não era mais virgem, que curtia sexo até de mais, mas que tinha um probleminha em relação a isso. Imaginei que ela viria com a história de que só dava casando, mas para meu espanto o probleminha dela era outro. Contou que era tipo mulher ninfomaníaca, que quando começava transar não sabia parar e que sua excitação era tanta que espantava os homens. Contou que havia perdido muitos namorados e que não queria que isso acontecesse comigo. Ri e respondi que isso era porque ela não tinha achado um macho de verdade, que eu com certeza daria conta dela e que ela é que iria pedir para eu parar. Ela pra não me humilhar e não agredir o meu lado de macho fingiu que acreditava que eu pudesse satisfazê-la. Naquela mesma noite fomos para um motel.

Era a primeira vez que eu iria ver aquela morenona completamente pelada e nos meus braços. Meu tesão era tanto, que mal entramos no motel, e já fui tirando a roupa e a dela. Deixei-a apenas de calcinha e que calcinha, preta e minúscula, que marcava uma xana daquelas bem estufadas e grandes. Beijamos-nos muito, quando comecei a mamar nos peitos dela, já percebi que ela começava a meio que perder os sentidos, gemia alto e se debatia na cama. Meu tesão foi a mil. Desci pra xana dela e mesmo com a calcinha comecei a passar a mão e alisar o reginho daquela bucetinha inchada. Ela gemia e falava coisas que não dava pra entender, eu entendia apenas “um não para”. Tirei a calcinha da morena e vi um bocetão de se deixar qualquer macho maluco, estufado, inchado e sem pelinhos. Nem pensei cai de boca. A gata virou uma tigresa, gritava de tesão, se debatia igual a uma maluca. Comecei a ficar preocupado. Tentei tapar a boca dela, pois ela gritava muito alto, e a maluca mordeu minha mão. Tirei a mão e pedi que ela se acalmasse. Que nada, mesmo sem eu estar chupando ela continuava nos gritos e se debatendo. Resolvi partir pra foda. Encapei minha rola pretona e lubrifiquei com cuspe e fui socando no papai-mamãe mesmo. A rola foi entrando aos poucos e ela gritava ainda mais alto e se debatia ainda mais. Fiquei meio no desespero sem saber o que fazer. Tentei acabar logo com aquilo e acelerei nas pirocadas, quanto mais eu acelerava mais ela gemia, gritava, revirava os olhos e se debatia. Senti que ela estava gozando, esperei e fui tirar, mas ela me segurou e começou a rebolar no meu pau, fiquei maluco. Voltei a socar e ela lá gritando e se debatendo. Nossa a gata era uma máquina de foder, eu tentava parar e ela fodia o meu cacetão com a xana dela, dava verdadeiras mordidas no meu pau. Não agüentei e gozei, mas gozei mesmo, muita porra de encher a camisinha. Fui tirar e ouvi-a dizer, entre dentes e gemidos, “deixa dentro que vou gozar”. Continuei socando e novamente ela gozou e dessa vez tive a certeza de que os vizinhos dos apartamentos ao lado ouviram. Dei um tempo, tirei a rola, fui pro banheiro tomar uma ducha, pois estava melado de suor. Voltei pro quarto disposto a dizer a ela tomar uma chuveirada. Mas Bebel, estava de quatro na cama, virada pra porta do banheiro, com dois dedos em v em sua boceta e o do meio brincando dentro. Que macho agüenta ver essa cena, sem ir lá ajudar a gata. Fui pra cama, e enfiei meu dedo, a gata estremeceu toda, e ficou rebolando o bocetão no meu dedo. Tirei o dedo e cai de boca, a morena esfregava aquela buça com gosto na minha cara. Meu pau estava estourando de duro, ela viu, e me empurrou-me fez ficar deitado e sentou na minha rola com tudo, aí fui eu que gemeu. Nossa aquilo era demais, a gata tem uma maquina de foder no meio das pernas, rebolava de tal jeito e metia numa velocidade que eu estava a ponto de gozar. Falei que iria colocar camisinha, mas ela nem me ouviu, deixei rolar. Ela pegava em minhas mãos e levava aos seios lindos, duros e empinadinhos dela. Eu apertava, beliscava os mamilos e a gata não parava, parecia uma cadela no cio. Senti que ela gozava novamente e nessas alturas eu já estava preocupado de ser mais um na vida dela a não dar conta daquela maquina de foder. Resolvi arriscar uma coisa, fiz com que ela saísse de cima de mim, com muito sacrifício a coloquei deitada na ponta da cama, fiquei em pé, encapei o meu pau, ergui as pernas lindas dela, coloquei em meus ombros, pincelei meu cacetão preto no cuzinho dela, fiz o encaixe e fui socando. Ela gritava, eu não sabia se era dor ou tesão, depois fui saber que era de tesão, mas na hora fiquei preocupado. Meu pau foi entrando até que estava todinho dentro, segurei com firmeza nas pernas dela e mandei rola naquele bundão delicioso da morena. Ela completamente alucinada, enfiava os dedos na buça e gritava muito. Pensei em voltar a tapar a boca dela, mas fiquei com medo de que ela voltasse a morder a minha mão. Quanto mais eu acelerava dentro do cuzinho dela, mais ela acelerava na ciririca. Começou a gritar: “tô gozando” tô gozando” “tô gozandoooooooooooo!!!!”. Fui tirar a rola do cu dela e ela me segurou pela bunda e dizia: vai macho, me fode!!!. Continuei fodendo e senti a porra vindo, deixei vir e gozei igual a um louco. Quando parei de pistolar, ela continuou, rebola na minha pobre pica. Pedi um tempo, mas percebi que ela não me ouvida. Com muito esforço, consegui ergue-la e levei-a ao banheiro, abri o chuveiro na água fria e entrei com tudo junto com ela. Aos poucos ela foi se acalmando, arfava e dizia: nossa que delicia. Ficamos muito tempo embaixo do chuveiro, quando ela voltou com a respiração normal. Voltamos pra cama, começamos a conversar e perguntei: nossa gata, você quase acabou com o meu pau. Ela riu e disse, te avisei, não foi por falta de aviso. Ficamos abraçados e acabamos dormindo. Acordei, sentindo uma boca no meu pau. Levantei a cabeça e vi ela numa chupeta que igual nunca tinha levado. Ela engolia a minha rola até a base. Pirei com aquilo. Deixei ela se fartar no meu pau, mas ela não queria ficar só nisso, novamente sentou na minha rola com aquela xana sugadora de pica. Voltamos a foder igual a dois loucos. Ainda bem que depois de muito tempo o telefone tocou e era a moça da recepção avisando que nosso tempo tinha acabado. Tirar ela daquele motel foi muito sacrifício. Tive que usar o recurso do banho frio novamente.

Como falei no começo já namoramos há três anos, e quase todas as semanas Bebel acaba com meu pau, mas aprendi que ela curte dedos e que eles podem substituir bem um cacetão, além disso, comprei um consolo, desse que tem velocidades, grosso e pretão – parecido com o meu - e que Bebel adora, com essas artimanhas tenho conseguido ficar com ela esses anos todos.

Bom, mas minha história não se resume só a isso. Notei a coisa de um ano, que eu curtia ver meu amigo Rubão no banho da academia. No começo eu achava que era simples curiosidade, mas depois refletindo cheguei à conclusão de que já o tinha visto pelado milhares de vezes e porque só agora eu comecei a gostar de vê-lo peladão, principalmente no momento que ele saia do banho e ia se secar? Mas eu tento não dar na vista, mas sinto que tenho uma puta atração pelo meu amigo. Nunca imaginei a gente transando, mas penso e vê-lo de pau duro, se punhetando e gozando pra mim.

A coisa de um mês, contei pra ele o lance da Bebel na cama, ele não acreditou e falou que eu é que tinha sorte, porque a gata dele nem de trepar gostava muito. De uns tempos pra cá comecei a fazer uma brincadeira com a minha gata, de quando estou fodendo fazer perguntas pra ela do tipo: quem está te fodendo? com quem você gostaria de foder? quem você gostaria que tivesse te fodendo? essas coisas. Percebi que a fantasia dela vai longe, que os nomes que fala são de artistas de TV, carinhas do trabalho dela e sujeitos que eu nem sei quem são. Passei a sugerir que era o Rubão que estava fodendo ela, ela entrou no jogo e dizia verdadeiras putarais quando fazíamos esse jogo. Até que tive a idéia de convidar o Rubão e a namorada para virem numa noite de sábado na minha casa. Esqueci de dizer, que estou morando sozinho a cerca de um ano e meio e que Bebel vem pra casa na sexta e só vai embora no domingo à noite. Outra coisa, apesar da minha morena ser ninfo na cama, fora dela ela até que é uma garota muito reservada. Bebel detestou a namorada de meu amigo e realmente ela é uma garotinha dessas mimadinhas e enjuadinhas, não participa das conversas e é toda não me toques. Mal eles foram embora e a Bebel disse: nossa fiquei com dó do seu amigo, acho que essa garota nem dá pra ele e se dá deve ser uma transa tão sem graça que acho que nem vale a pena. Naquela noite quando fomos pro quarto, quis fazer a brincadeira e enquanto brincava com o consolo na xana gostosa da minha gata ela dizia: vai Rubão mete gostoso, vem provar a buceta de uma mulher de verdade! Isso mexeu comigo, no ato tive uma idéia e resolvi por em ação. Na segunda quando me encontrei com o Rubão na academia, perguntei o que ele tinha achado do nosso encontro do sábado. Ele respondeu que tinha gostado, mas que pena que a garota dele era uma chata e que ele tinha ficado meio mals por ela ser assim tão antessocial. Aí tentei entrar no papo de sexo e perguntei a ele como era o sexo dele com a sua gata. Ele acabou se abrindo e contou que estava com ela porque gostava dela, mas no sexo a coisa era bem ruim. No vestiário, durante o banho, fui elogiando a minha Bebel, e percebi que ele ficou bastante irrequieto. Percebi e fui encaminhando o papo para o que eu já tinha resolvido tentar. Falei que a minha morenaça era muita foda pra mim, percebi que a atenção dele aumentou. Falei que tinha medo de perdê-la, que de boa eu até a dividira com um amigo, desde que esse amigo fosse meu chegado, assim não correria o risco de perdê-la. Ele visivelmente interessado, perguntou se ela topava isso. Falei que claro, que já tínhamos conversado bastante sobre isso, que o meu amigo seria até uma ajuda pra mim, já que ela era bem ninfo e que quando começava não sabia como parar. Sentei no banco do vestiário e enquanto ele se enxugava vi que o pau dele estava não totalmente duro, mas meia bomba, e que puta pintão lindo e branquinho. Encerramos o papo aí. No dia seguinte na hora do almoço ele me liga, e diz se aquele papo na academia era verdade. Respondi que sim. Senti que ele ficou calado, medindo o que iria dizer, por fim acabou dizendo: se e vocês tem consciência do que irão fazer e depois não se arrependerem, eu topo te dar essa força. Ri por dentro e pensei: seu puto sabia que você não iria resistir. Falei que pra mim era perfeito, já que ele era como um irmão pra mim e que eu não iria me arrepender. Falei que a noite iria conversar melhor com ele e que acertaríamos os esquemas. A noite na academia ele estava todo irrequieto eu saquei o porquê.

Acertei com ele que seria na sexta, já que sábado era dia dele encontrar com a chatinha da namoradinha dele. Não falei nada pra Bebel. Na sexta, pedi que ele chegasse lá pelas 22h. Bebel chegou, tomou banho e ficamos conversando, quando era mais ou menos 21h, comecei a provocar a minha morena, nem cinco minutos eu já estava chupando o bocetão inchado dela e ela completamente alucinada de tesão. Peguei o consolo e comecei a socar na boceta dela, dizendo que era o Rubão que estava fodendo ela. Ela entrou no jogo e entre sua alucinações dizia, vai Rubão fode a minha boceta, mete gostoso! Eu falava pede pro Rubão não gozar na camisinha, pede par ele gozar bem na sua xaninha e ela pedia, fiquei insistindo nisso e intercalando e metendo, dedo, meu cacetão e consolo. Nisso a campainha tocou, me enrolei numa toalha e fui atender a porta, era o meu amigo, que ficou até sem graça deu ter atendido a porta assim, mas eu disse que ele entrasse no quarto e que minha gata já estava esperando por ele e no ponto. Ele me olhou serio, e já foi pro quarto. Fiquei na sala, peladão, tomando uma cerva, batendo uma e ouvindo os gritos da minha gata levando rola do meu amigo. Uma hora e meia depois a porta se abriu e meu amigo surge completamente pelado de pau super duro, dizendo: nossa é uma parada, já meti de tudo quanto é jeito e ela sempre quer mais. Respondi olhando pra picona branquinha dele, não te falei! Joguei o tudo ou nada: ela curte que lambuze a xana dela de porra! Ele falou: ela me pede isso direto, vim perguntar a você se posso. Falei: claro manda ver. Ele entrou no quarto e eu não deixei a porta fechar totalmente. Vi meu amigo colocá-la no frango assado e assisti aquele bundão branco dele nos movimentos de quem estava socando com gosto. Ela como sempre, gritando se debatendo e falando coisas desconexas, mas era visível ela pedir: goza na porta da minha xana! Depois de muito tempo, ouvi-o dizer: já que quer vou melar a tua xana de porra. Pelos movimentos da mão vi que ele batia uma punha de arregaçar. Logo ele jogava a cabeça pra trás e era visível que gozava. Ele deitou-se e claro ela pedia mais rola. Entrei no quarto, ele se se assustou, fiz sinal pra que ele fosse tomar um banho. Ele levantou ainda assustado deu ter entrado no quarto sem avisar. Esperei o barulho do chuveiro e cai de boca na xana da minha gata. Tava totalmente melada de porra tinha até no lençol. Lambi toda aquela porra, deixei a xana completamente limpinha, depois ainda peguei os pingos do lençol com a língua. Minha gata continuava me chamando de Rubão. Saboreei bastante aquela porra, era uma sensação bem estranha, mas deliciosa, depois engoli. Quando meu amigo entrou no quarto eu estava fodendo o cuzinho da minha gata de ladinho e ele nem percebeu nada, deve ter achado que a porra dele serviu de lubrificante para eu meter no cu dela. Fez sinal de que estava indo embora, acenei pra ele, como que agradecendo. No dia seguinte contei pra minha Bebel que o Rubão tinha fodido com ela. Ela disse que se eu tinha concordado com isso que pra ela estava bom, porque no estado que fica nem tinha percebido.

Na segunda na academia, Rubão não cabia em si, só elogiava a minha gata e deixou bem claro de que está disposto, desde que eu concorde, de continuar fodendo a minha gata. Claro que eu concordo. Só que agora estou criando coragem de participar junto nessa foda e se ele deixar, eu quero tomar toda a porra dele diretamente do cacetão branco, grosso e grande dele.

Comentem e se quiserem escrever pra mim, vou curtir compartilhar suas histórias também.

sam.filme@gmail.com


Esposa e amigo de trabalho

Como já relatei somos casados ha 4 anos e curtimos swing e menage há 2. Esse relato aconteceu em novembro de 2010.

Certa vez minha esposa foi ao dentista e não sabia muito bem o endereço e acabou encontrando o wil, meu amigo de trabalho, e pediu ajuda do mesmo. Quando voltou para casa me falou o que aconteceu e perguntou se era ele o cara que sempre falava, mas não era. Então falou que poderíamos convidar ele para transar com a gente. Ai falei que podíamos ver isso outra hora.

Quando me encontrei com ele no trabalho, que na verdade sou "chefe" dele, comentei que iria convidá-lo para sair comigo e uma puta. Ele aceitou.

Eu e ela sempre vamos à motéis e sempre levamos amigos, e no dia 09/11/10 fomos a um motel só que sozinho, começamos nossa transa com muito tesão, batemos fotos e gozamos muito. Ai como queríamos mais eu falei que iria chamar um amigo, liguei para o wil que a principio resistiu, mas aceitou o convite para ir ao motel, no entanto, ele não sabia quem era. Ao chegar fui abrir a porta ele se espantou a me ver pelado e de pau duro, e ele me perguntou quem era a puta, eu falei pra ele subir e ver. Chegando à parte superior do quarto foi ate a área da piscina e se deparou com minha esposa e gritou Caralho! Ficamos um pouco sem graça e fomos para o quarto. Ele brincou dizendo que seu pau era pequeno mais ardia igual ferrada de formiga tachí. Começamos a nossa brincadeira com ela cavalgando no meu pau e chupando o pau dele que não era tão grande mas ele sabia usar. Ela fez um belo boquete nele, deu bastante pra ele de quatro e ficamos fudendo por umas duas horas, ele adorou comer ela de quatro, todos adoram, e ela pedia pra ele fuder ela por trás deitado em cima dela. Eu ficava alternando entre fuder e observar. O tesão era muito, pois o cara trabalha comigo e estava fudendo a minha esposa na minha frente. Ele queria que eu chupasse o pau dele, mas não aceitei, deixa pra próxima. No final, os deixei fudendo à vontade e fui para o banheiro, disse pra ele aproveitar e tirar a camisinha e provar ela ao natural ou gozar na boca dela, pois ela adora leite quente.

Quando saímos o taxista ficou olhando para o corno, a esposa e o macho que havia acabado de fuder ela.

Na verdade só escondemos isso da nossa família e dos amigos que não nos interessam.

Ja ate marcamos de sair com um taxista que sempre nos leva ao motel, ele aceitou de imediato.

Gostamos muito de swing e ménage e claro eu adoro vê-la sentada nos cacetes dos caras, ainda mais quando o pau do cara e grande e grosso.

Msn: ksalswing2011@hotmail.com

www.sexlog.com.br/ksalswing2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Esposa; Amigo e Esposa

Esposa; Amigo e Esposo.

Caros amigos os acontecimentos que aqui se sucederam aconteceram há mais ou menos 5 anos, no inicio de 2008 terminaram. E são extremamente reais.

Depois de alguns anos de casado comecei a sonhar em ver minha esposa dando para outro, gostaria de ver como seria sua performance com outro homem, casamos quando ela tinha 19 anos, e sempre achei que ela merecia ter muitos prazeres, o prazer só faz bem a alma. Mas tinha um problema como ela iria aceitar, recatada nos assuntos sexuais, transavámos muito, no começo até 4 ou 5 vezes no dia depois como é normal foi rareando, já estávamos juntos 22 anos isto em 2005, ela tem cabelos negros medianamente compridos, pele que parece estar sempre bronzeada, o rosto dizem é muito bonito, além do que aparenta ser bem mais jovem, digo e considero uma dádiva da natureza a pessoa parecer bem mais jovial, um detalhe que chama a atenção é sua linda bunda de formiga saúva sem ser nada exagerado em relação ao seu corpo magro.

Feita a apresentação, vamos ao assunto, comecei a ler revistas onde havia relacionamentos de ménage, aos poucos fui mostrando as fotos, ela olhava muito rapidamente sem nenhum interesse, um dia tomei coragem e falei que gostaria que tivéssemos relacionamento com outra pessoa, o assunto foi de que eu não a amava mais, que iria destruir nossa vidas, e eu firme dizendo-lhe que era só sexo e nada mais. Num dia qualquer ela resolveu conversar dizendo que se fizesse isto teria que ser com alguém amigo e de confiança, mais aí já pensou se ele sai falando, eu lhe respondi deixa comigo. Demorou bastante tempo até eu criar coragem de falar com alguém, e sondar a pessoa, mas veio a calhar que um rapaz do interior veio morar perto de nós, nesta época criávamos alguns animais de grande porte e ela precisava de alguém para ajudá-la uma vez que a criação lhe pertencia, ela os queria e eu lhe dei os animais de presente.

Ele tornou-se muito amigo dela e era amável conosco, analisei sua postura ele tinha 24 anos, nós já estávamos ela com 41 e eu com 44 ela aparentando uns trinta poucos anos, vi que ele não era fanfarrão e resolvi conversar com ele, primeiro sondando sua vida, depois o que ele achava de minha esposa, suas respostas foram as mais significativas, noutro dia falei-lhe de relacionamento aberto, ele ficou meio abismado, mas vi que nutria um desejo grande por minha esposa, lhe abri o jogo, ele me perguntou se ela iria querer, e se ele tinha que manter relacionamento comigo respondi-lhe que não era homossexual, e ainda perguntou quando seria eu disse-lhe para esperar. Tínhamos o costume e ainda temos de comprar flores pelo interior deste RS, convidei-o a ir conosco e antes lhe falei que poderia ser hoje, que eu daria um jeito. No caminho falei a minha esposa que havia falado com ele sobre transarmos, ele junto ouvindo o assunto, ela emudeceu, nada disse, não dei muito tempo para ela pensar o primeiro motel que vi entrei, estávamos todos quietos acabrunhados, ela meio nervosa sugeri que fosse tomar banho para acalmar-se e livrar-se do calor, conversei alguns minutos com ele e disse-lhe porque não vai ajudá-la no banho ele rapidamente retirou a roupa e entrou ainda de cueca, procurei deixá-los à vontade, ela quando o viu meio que se surpreendeu, timidamente querendo tampar os seios, ele gentilmente e ainda timidamente a abraçou, alisou seus cabelos com suas mãos másculas e rudes, na hora fiquei abismado como um jovem como ele estava sendo carinhoso e delicado para com ela. Ele tentou beijá-la e ela recusou, fiquei com medo que ela parasse por aí, porém aceitava que ele acariciasse seu corpo, tomando maior coragem ele beijou os seios, beijou sua barriga, ela com os olhos fechados, retornou aos seios uma mão passeava por suas polpas a outra acariciava a boceta, ela nem viu quando ele retirou a cueca, eu assistia o enlace da porta, na verdade espiando para não deixá-los constrangidos, levantou-se e a abraçou agora roçando o caralho em sua vagina, ela gemia levemente, ele acariciava-a cada vez com mais vigor, carinhosamente ele tentava penetrá-la quando conseguiu ela gemeu levemente, ele então beijou-a fogosamente, ela agora aceitando sem nenhum pudor, estava realizando-se a minha vontade de que ela tivesse muito prazer. Sabíamos que ele era solteiro e certamente há horas que não tinha relacionamentos, ele começou um vai e vem calmo porém firme, não deixando a fêmea escapar-lhe, agora arrancando-lhe pequenos gemidos, ele a abraçou fortemente depois de uns quinze minutos, estavam gozando os dois. Ele a beijava com doçura, tanto que me bateu até um ciúmes. Ficaram um tempo ainda abraçado e depois ele começou a banhá-la com muito carinho.

Retirei-me e aguardei na cama, caso começassem outro enlace voltaria novamente, mas como imaginei vieram para a cama, ele não parava suas caricias, resolvi não me intrometer para ela era tudo novidade, e eu queria que ela realmente sentisse-se satisfeita, pois quem não gosta teria relações sexuais apenas uma vez, se foi a segunda é porque foi bom então não haveria como ela dizer-me que não gostou, e eu gostaria que outras vezes se repetissem, portanto já estava eu planejando o futuro.

Ele chupava os seios, beijava o pescoço, beijava sua barriga, o umbigo, vinha até o pescoço fazendo-a arrepiar-se, meu pau estava extremamente duro, mas não me intrometi, me segurava como podia, ele jovem robusto, possui ombros extremamente largos, acredito que devido as lides campeiras, certamente tinha muita energia sem contar o tempo de sua abstinência, veio por cima dela levantou suas pernas colocando em seus ombros, deixando a totalmente exposta, não tinha pressa alguma, a buceta latejava de desejo, beijava os seios incansavelmente, num repente ele soltou-se e enterrou o pau num único golpe, arrancando dela um gemido de prazer, alucinado começou a mexer com uma violência carinhosa, ela o enlaçava em seus braços, não conseguia fechá-los em roda de seu tórax, e quando soltava-os parecia que o ar estava faltando-lhe, tamanha a surra de pica que ele estava infringindo, mexia para os lados, para a frente e para trás, ela gemia, assim ele ficou por uns vinte minutos ou mais, de repente ele solta um urro, que sinceramente assustou-me, ele estava gozando, enchendo a com sua seiva, ela o apertava o mais que podia, meu pênis doía de tanto tesão, para minha surpresa ele deu uma paradinha após gozar, beijava-a com muito carinho e novamente iniciou a mexida, um minuto após ela gemia descontroladamente, que até achei que seriamos ouvidos nos quartos vizinhos, sem soltar suas pernas este tempo todo ele viu que ela sentia-se desconfortável, ele deixou-a baixá-las, e continuou agora com o corpanzil todo entre suas pernas a cravar-lhe profundamente, não sei quanto tempo demorou a gozar novamente, só sei que ele arrancava volta e meia um gozo de minha esposa, ele demorou muito, até que gozasse novamente aos urros e ela novamente tentando abraçá-lo para guardar dentro de si toda beleza de uma fóda incrível. Ambos suados, cansados, com um semblante de pura satisfação.

Aguardei acalmarem-se, ela me estendeu a mão, que entendi como agradecimento, apertava a minha com força, com a outra acariciava o rosto de meu amigo, ela levantou-se e disse que iria tomar banho, eu o incentivei novamente a banhá-la, depois da fóda espetacular, somente acariciaram-se em baixo do chuveiro. Ao retornarem ficamos conversando durante uma hora + ou - , ele marotamente perguntou a ela de onde ela tirava tanto fogo, ela fez ele calar, envergonhada talvez de suas reações eu acariciei-a como quem diz esta tudo bem. Passado mais algum tempo ele tornou a acariciá-la.

Eu em nossas conversas sempre comentei que gostaria que ela experimentasse uma dupla penetração, como ele parecia estar no comando deixei-o tomar a iniciativa, ela aceitava muito bem o que ele gentilmente lhe pedia, então veio o sonhado momento, fez ela vir por cima, deixei que ela sentisse o calor do sexo, e encaixei-me por trás acariciando seu anelzinho, lentamente coloquei a cabeça deixei-a acostumar-e e vagarosamente fui enterrando, tirava um pouco colocava mais um pouquinho até iniciar o vai e vem, ele fazia um entra e sai frenético , apressei as estocadas sem muita demora, acho que ela também esperava este momento, ele começou a gemer profundamente, parecia que a respiração estava faltando-lhe vendo a tremer de gozo, entreguei-me ao sabor da paixão, ela jogava a bunda para trás sem deixar que o pau dele escapasse de sua vagina, o interessante é que os gemidos dela também fizeram com que ele apressasse o seu gozo e gozamos os três, deitei-me ao lado cansado, realizado por dar-lhe tanto prazer, e por incrível que pareça nosso amigo parecia um alucinado após gozar, enterrava-lhe a pica inteira fazendo com que ela se jogasse inteiramente sobre seu corpo, ele ficou bombeando ainda por muito tempo, pensava eu agora ele vai demorar muito tempo para gozar, dito e feito, depois de arrancar dela outro gozo ele deixou com que ela acalmasse continuando com o pau enterrado em suas entranhas, quando sentiu ela bem mais calma fez com que deitasse de lado de costas para si, logo enfiou o pau em sua buceta, virei de frente para ela, a beijava e acariciava, toquei no clitóris, inchado de prazer estava, sentia os movimentos dele dentro dela, logo os movimentos pararam bem como o corpo dela de balancear, vagarosamente procurei canal com o dedo sempre a acariciá-la, não queria encostar nele, encontrei o canal vazio, aberto sim pelo prazer recebido, logo senti uma pressão nos dedos ele enfiava em sua bundinha, que já estava lubrificada, pois eu tinha deixado bem lubrificado o cuzinho momentos antes, ele não encontrou dificuldade em penetrar, ainda mais com sutileza e carinho, quando enterrou tudo começou o mesmo vai e vem firme e vigoroso, que havia feito na frente, num repente ela começou a sentir espasmos e a jogar a bunda com força para traz, eu com a mão em seus púbis ajudava para que ele enterrasse o maximo possível, ela começou a soluçar falando palavras impossíveis de entender, num gemido esparramou-se em gozo ele sentindo tudo isto começou a urrar novamente estava novamente deixando seu carinho dentro dela.

Bem amigos este único relacionamento, durou uns três anos, nosso amigo arranjou uma esposa e esta muito bem, mantemos a amizade apenas a amizade sem que nos envolvamos mais com sexo ou em seus assuntos sentimentais. Gostaria através do e-mail kasalamigo@ig.com.br que outro amigo aproxime-se de minha esposa, basta que seja tranqüilo, como já viu eu darei todo o apoio, não precisa ser super em nada, apenas livre, para que não sejamos solução e nem problema de cônjuges, somos simples e moramos em Porto Alegre - RS, temos uma pequena residência de veraneio em Balneário Pinhal – RS, onde quando os compromissos permitem passamos janeiro e fevereiro.


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Mag que adora massagem






Estas são as fotos da Meg, enviadas pelo seu maridão e, segundo ele, ela adora uma massagem.
Se você curtiu as fotos, leia abaixo o conto: A Massagem, e comente com o maridão que está louco pra saber o que outros machos acharam das fotos e do conto ou mesmo para marcar uma gostosa massagem na Meg.

As fotos e o conto foram enviados por: fc.mag@hotmail.com

A massagem

Vou contar como foi um dos melhores momentos da minha vida, quando consegui ver a minha esposa se entregando a um outro homem pela primeira vez. Mag sempre foi uma mulher de chamar a atenção de qualquer homem. Além de ser uma bonita, 1,65m de altura e 60kg, sempre teve um corpo escultural, seios médios para grandes, coxas grossas, e uma bunda maravilhosamente gostosa. Ela sempre soube disso, e desde que nos conhecemos, eu brigava muito por ela gostar de usar roupas que destacavam estas suas qualidades, chamando mais a atenção dos homens, o que me provocava muitos ciúmes. Com o passar dos anos, fui me acostumando, e ficava até lisonjeado por ser marido de uma mulher gostosa!

Como eu sempre gostei de inventar modas para aquecer o nosso casamento, frequentávamos um cinema drive-in, mais para ficar de sacanagem no carro do que para ver o filme. Logo ao estacionar o carro, ela já ficava pelada, e iniciávamos uma pegação daquelas até o final da seção! Nesta época, comecei a fotografá-la nua também, mas apenas para nós. Ela adorava fazer poses, e acabou sendo o meu hobby favorito.
Algum tempo depois, fui trabalhar no interior, retornando para casa apenas nos finais de semana, e então me ocorreu a ideia de alugar uma caixa postal, e passei a publicar as suas fotos em diversas revistas pornô da época. A princípio ela achou uma loucura, mas acabou adorando a ideia. As sextas feira, ela me aguardava ansiosa para ver as cartas recebidas, nos trancávamos no quarto para ler, e muitas vezes éramos obrigados a dar uma pausa para trepar e acalmar a tesão para depois voltarmos à leitura. Nós recebíamos todo tipo de propostas, a maior parte com baixarias, mas nos excitávamos bastante. Ela passou então a fazer poses, mais provocadoras para as fotos que eram do seu gosto para serem publicadas, mas era só. Ela não aceitava mais nada, nem mesmo responder às cartas, o que eu fazia sozinho, com muito prazer.

Depois de uns dois anos nesta brincadeira, um dia a Mag interessou-se por uma carta em especial, onde um rapaz propunha a aplicar-lhe uma massagem, sem que houvesse a necessidade dela despir-se completamente, e nem de ter qualquer outro tipo de relacionamento. Vendo o seu interesse, imediatamente liguei para ele, e passei o telefone para ela. Foi mais de uma hora de conversa, e no final, marcamos um encontro para a semana seguinte.
Foi uma semana tensa! O tempo custava a passar, e eu acabei retornando para casa na quinta feira, pois não aguentava mais a tesão! Nas duas noites que antecederam o encontro, trepamos a noite inteira, até que finalmente chegou o sábado!

Sábado pela manhã, minha esposa já foi logo falando que não tiraria a roupa na frente de mais ninguém! Porém quando eu sugeri que ela se depilasse totalmente, ela correu ao banheiro, e deixou sua bucetinha lisinha como a de um bebê!
Como estava marcado, ás 14 horas estávamos num barzinho de um shopping, quando o Valter chegou. Ainda meio tímido, começamos a conversar e tomar um chopinho, e pouco depois eu sugeri que fôssemos logo para um motel, pois ele ainda iria trabalhar à noite.

Ao entrarmos na suíte do motel, pedi uma cerveja para descontrair, e seguindo às instruções do massagista, minha esposa foi para o banheiro, retornando envolta numa toalha, dirigindo-se para a cama, deitando-se com a barriga para cima. Nosso amigo pediu licença para tirar a camisa, pois ia acabar sentindo calor com o movimento.
Então, sentando na beira da cama, ele começou a massagem pelos pés e pernas, já deixando a timidez de lado e falando muito, visando descontrair a Mag, que estava visivelmente nervosa. Ao atingir as coxas ele elogiou-as, e deteve-se por bastante tempo, percorrendo-as de alto a baixo, tocando por diversas vezes com as mãos na xoxota da Mag, que estremecia ligeiramente, sorrindo disfarçadamente para mim. A esta altura, ela já devia estar com a tesão à mil! Então, para começar a massageá-la na barriga, o rapaz entreabriu a toalha, e assim que iniciou, já foi abrindo toda, expondo os belos peitos, com os biquinhos tão intumescidos de tesão, que quase não se via a auréola. Mais uma vez ela sorriu, ficando com o rosto mais vermelho que o normal, e assim que terminou a barriga, ele passou a apertar seus seios (eu nunca soube que massageavam seios), brincando ainda com os mamilos que estavam super ouriçados, chegando a beijá-los, ao que ela consentiu com um grande sorriso. Ela estava feliz como nunca com esta nova brincadeira! Dado como terminado esta fase, ele pediu para que ela se deitasse de bruços, e alegando que a calça que ele vestia estava atrapalhando sua movimentação sobre a cama de casal, perguntou se poderia tirá-la, ficando só de sunga, que revelava o quanto ele também já estava se contendo, pelo volume aparente.

Reiniciada a massagem, agora com a minha esposa deitada de bruços, destacando a incrível silhueta da sua bunda, Valter passou aos ombros, braços e costas, de uma forma bastante profissional. Ao chegar à linha da cintura, rebaixou um pouco a calcinha pra poder acentuar as curvas e, de repente, sem que ela esperasse, com um só movimento arrancou a calcinha, deixando-a totalmente nua, exibindo a sua deliciosa bunda! Mag ainda ensaiou uma reação, mas aos nossos apelos, permaneceu deitada, e com toda a certeza, era isto que ela desejava! Ele então passou a deslizar suas mãos pelas nádegas, apertando-as, e a todo o momento descia com os dedos pelo rego, evidentemente tocando o cuzinho dela, que suspirava profundamente, e movimentava elevando-se, como se desejasse que os dedos a penetrassem. Esta parte da massagem foi a mais demorada e prazerosa. Depois de um bom tempo, ele pediu para que ela se voltasse de frente, ao que ela atendeu, revelando agora a sua bucetinha depilada, uma delicia!
Isto provocou mais um elogio do nosso amigo, e mexeu com a vaidade da Mag. Ele então voltou à barriga, descendo as mãos aos poucos, até atingir às virilhas, e dali passou a masturbá-la, provocando um gemido. Como não houve reação, ele abaixou-se, passando a chupá-la, ao que ela desesperadamente movimentou-se, arrancando-lhe a sunga e engolindo o pau num fantástico 69!

A esta altura, já estávamos os três pelados, os dois no 69 e eu me punhetando apreciando àquele belo quadro! Foi quando me lembrei de pegar a máquina fotográfica para registrar a inauguração desta nova fase das nossas vidas.
Depois de algum tempo, ela que estava por baixo, empurrou-o para o lado, passando para cima dele, passando a cavalgá-lo freneticamente. Valter passou a apertar-lhe os peitos, que sacudiam à movimentação de cima a baixo, até que ambos gozaram estrondosamente, ficando abraçados ali no meio da cama! Depois de um período de descanso, ela me olhou dizendo apenas, “Foi muito bom!...”

Mag esperou até que o pau dele saísse normalmente de dentro dela, e beijando-o na boca, pediu para que ele lhe desse um banho. Fomos os três para a ducha, e depois de uns apertos onde ela ficou sendo o recheio de um sanduíche sob o chuveiro, deixei-os a sós, e fui pedir um lanche e mais cerveja. Quando fui avisá-los que já estava encomendado, ela estava se divertindo esfregando seu corpo ensaboado no dele. Voltei para a cama e tive que aguardar um bom tempo ainda!
Voltando ao quarto, fomos lanchar na saleta anexa, e como havia só duas cadeiras, ela não se fez de rogada, e sentou-se no colo do amigo. Uma coisa mais que me agradou, foi que durante todo o tempo que permanecemos no motel, Mag permaneceu totalmente nua, sem a frescuragem de muitas mulheres com quem já me relacionei, que ao sair da cama já procuram vestir alguma coisa ou de enrolar-se para esconder o corpo. A Mag sentia prazer em exibir-se nua para nós dois.

Voltando à suíte, os dois resolveram dançar, e eu recostei-me na cama para admirar, vendo o casal agarradinho, com ele correndo com as mãos pelo corpo dela, que rebolava aquele rabo gostoso, com o pau do Valter entre as suas coxas. Depois de algum tempo, ela veio até a cama, colocando-se de quatro na minha frente e pegando meu pau para chupar. Na verdade, a sua ideia era oferecer o trazeiro para o amigo, que entendendo o recado, passou a lamber o cuzinho, enfiando os dedos, e logo depois enrabando-a, como ela adora! Foi a maior felicidade! Um pau na boca e outro no cu!
A certa altura Valter gozou dentro dela, e para não perder a oportunidade, enquanto ele foi ao banheiro se lavar, ocupei o seu lugar naquele buraquinho que até então só eu comia, acabando de enchê-lo de porra.

Depois disso, deitamos os três para descansarmos um pouco, conversando e trocando carinhos com a Mag, que deitada entre nós dois estava se sentindo a rainha da putaria, com tantas mãos e bocas tocando no seu corpo, sendo bolinada a quatro mãos e com duas bocas a sugarem seus peitos.
Esta brincadeira fez o tempo passar sem que notássemos. Quando fomos ver, já era quase meia noite, e o nosso amigo já deveria ter ido trabalhar! Nos arrumamos rapidamente, e o levamos até ao shopping onde estava seu carro.

Ao despedirmo-nos, os dois trocaram um grande beijo, e firmaram um dia para um novo encontro para mais massagens!
Ao chegarmos em casa, minha esposa ainda ligou para o Valter, para agradecer pelos felizes momentos que nos proporcionou e fomos para cama, para dar uma das melhores fodas que já havíamos dado, embalados pelo maravilhoso dia que passamos. Depois deste encontro, ainda tivemos muitos outros com ele, e também com outros amigos, que apesar de alguns até serem mais eficientes ou mais bem dotados, mas foi este que mais guardamos boas lembranças. Se este relato agradar aos leitores deste blog, depois eu terei o prazer de contar-lhes muitas outras das nossas aventuras. fc.mag@hotmail.com


quarta-feira, 7 de setembro de 2011